Falhei…

… na minha mais nova cobrança: escrever todos os dias no blog. Mais uma cobrança. Por que temos que ter tantas cobranças e culpas? Bom, pelo menos rendeu um assunto pro blog (rs) e não foi a intenção. Simplesmente comecei a escrever.

Eu sou do tipo que abre mil abas e quer fazer tudo ao mesmo tempo. Quer fazer tudo e acaba não fazendo nada.

Uma loucura, porque acaba sendo um cento e cinquenta mil itens por segundo, um zilhão de coisas que me disponho a fazer e no fim, dá um desânimo de concluir tudo. Fora que acaba ficando tudo meio incompleto.

Eu coloco metas em um caderno de tarefas, e adoro quando concluo a primeira (isso se eu seguir a ordem, porque geralmente eu pulo e quase nunca faço de acordo com as prioridades): “arrumar a cama” – OK ou “escrever no caderno da gratidão” – OK ou ainda “lavar louça” – OK. Mas para essa última eu tive uma solução: como eu demoro, me inspirei no meu namorado e ando vendo vídeos durante o processo. E dá pra ver um bem longo, pela demora. Assim me sinto mais útil, além de deixar a casa em ordem e a louça lavada, me acomete uma sensação de fiz duas coisas (quantas utilidades…) de uma só vez: ajeitei algo e aprendi algo.

Meu maior “check” mesmo seria quando eu conseguisse fazer de cara as coisas mais tensas ou complicadas. Ou melhor, quando conseguisse evitar a procrastinação. Um desejo de muita gente.

Por mais prazer nas coisas e menos cobranças.

reflexões da quarentena

Muita gente discutindo em redes sociais. É o que tenho ouvido falar, mas sinceramente, estou por fora disso – sábia escolha de desativar o facebook há mais de 3 anos. Interessante como na mesma época tomei várias decisões importantes na minha vida – histórias para outros momentos. Ainda tenho instagram, mas com a troca de celular, nunca mais baixei o aplicativo. Sinto falta de um? Não. E do outro? Também não. Em épocas de tecnologia e o ser fora das redes sociais se tornar o esquisito (lembram-se quando o tatuado era o ser estranho? E agora quem não é tatuado acabou sendo o esquisito – inversão de valores). Pois bem. Acabou que temos um impasse. Voltar a realidade tecnológica ou se abster e usar o mínimo? Ainda bem que minha equipe sempre utilizou o skype. Foi o único que mantive e utilizava pouco, quando deletei até o whatsapp. Sim, deletei. Usava só SMS. Sim, as mensagens de texto. Sem saber se a pessoa visualizou e não quis responder; se visualizou e já vai responder e, portanto está digitando; ou se visualizou e está pensando se responde ou não. É tudo muito louco. Essa sociedade tecnológica pode ser bem cruel e ao mesmo tempo muito solidária. Espero que a quarentena deixe algo de bom no ser humano, que ele utilize as redes em prol do bem.

Fofocas, brigas, discussões, nunca levaram a nada e não levam a nada. A quarentena está aí, não podemos negar. Tem os que seguem, os que não seguem (porque não podem e os que podem mas não querem), mas a realidade é esta: a vida mudou. E precisamos também ser transformados. Cada ser reformulado em sua essência mais profunda. Uma valorização de novos valores, cuja importância se dê ao ser humano em sua integralidade, haja vista que seus valores e sua moral dependem mais do que o que você possui. O ser em detrimento do ter. Até quando pensar em si mesmo não será mais o suficiente, se não tiver com quem dialogar, sem o coletivo que o cerca? A devastação de algo invisível tão poderoso a ponto de explodir barreiras. E você pensando em você mesmo. Só você. E não se preocupando com os profissionais na linha de frente e demais serviços essenciais. E você vendo vantagem em tudo, até nos desesperados e aflitos pelo auxílio emergencial. Quantos golpes, quanta fake news, numa era pandêmica jamais vivenciada. Fazemos parte de uma nova era. Um marco histórico. Estamos conhecendo o lado mais luminoso de alguns e o lado mais sombrio e obscuro de outros. Um processo único e devastador. Um momento que será um divisor de águas – para o bem e para o mal.

Caderno da Gratidão

Você já fez o seu?

É uma prática muito simples, mas aposto que muita gente desconhece ou sequer já fez.
Basta que você tenha um caderno em mãos e uma caneta. Ou lápis (e borracha) para escrever, como preferir.
Requisito?
Você só precisa estar disposto.
Motivos?
Agradecer, agradecer e agradecer.
Pela sua saúde, sua família, seus antepassados, seu lar, seu alimento, seu emprego, sua segurança, sua força de vontade, suas realizações … enfim, sua vida.
Parece pouco, mas não é. Você só precisa acreditar que foi/é/será importante e agradecer. Pelo que já aconteceu, pelo que acontece e pelo que irá acontecer.
Todos os dias (ou quando puder), para sempre. O máximo de dias que conseguir, para dar força àquilo que você já agradece em suas orações/preces. Para confirmar aquilo, como se fosse um decreto. E decretos são poderosos.
E tudo isso não é da minha cabeça não, quem me dera. Gostaria de ter uns insights assim, mas na verdade tenho aprendido muito. Assim como esse ensinamento, eu aprendi com o facilitador xamânico Vitor Hugo França e recomendo muito as práticas xamânicas como um todo.
Você pode abrir seus olhos para tantas coisas que você:
1- teve e já esqueceu;
2- possui e esquece disso;
3- vai possuir e deseja muito isso.

Ah, eu estou no dia 78. E você? 🙂

Foto 1 - Caderno Capa Dura 10 Matérias Magic 160 Folhas Pacote Com 04 Tilibra

ps: foto de um caderno que gostei para ilustrar (e te inspirar). O meu é laranja com gatos pretos e ganhei da minha avó de Natal ^-^

Anna Barton

Fiquei sabendo pelo canal da Carolina Botti, muito por acaso, que Anna Barton falecera. Digo por acaso, pois nunca vejo nenhuma postagem da Carolina e que sorte poder ver, uma vez que eu procurei notícias a respeito e não encontrei. Não saberia se não fosse por ela. Eu tive o prazer de conhecer a maravilhosa italiana Carolina Botti pessoalmente, em um evento brasileiro de dança circular sagrada. E ela fez uma homenagem à Anna após sua morte: uma dança. Qualquer dança? Não. Mas e quem é Anna Barton (você deve estar se perguntando)? Ela foi uma das idealizadoras da Dança Circular Sagrada (DCS), que vai muito além de uma atividade física, cuja dança trabalha aspectos biopsicossociais e com certeza pode ser explorada sobre a ótica das inteligências múltiplas de Gardner. O berço da DCS é em Findhorn (Escócia) e de lá surgiram tantos outros focalizadores ao redor do mundo. Anna Barton deixou sua contribuição e um legado muito expressivo, devendo ser lembrada e eternizada.

A dança de Carolina Botti em homenagem à Anna Barton está disponível aqui:

em tempos de brilhantina

Esse blog teve o intuito de me manter anônima. Achei que seria divertido ter pessoas explorando um site e se perguntando: “quem é a lady in red?”. Mas logo isso passou e tive que divulgar meu blog, pois como seria conhecida? De toda forma, estava olhando aqui agorinha mesmo e a movimentação em dezembro (quando eu iniciei o blog) foi bem alta para meus singelos parâmetros. E depois de me afastar, teria como aumentar essa circulação de pessoas? Pensei que sim. Que iriam me encontrar por aqui (eu não, o site) e divagar: por onde anda a lady in red? Pois bem. Neste meio tempo, não me revelei em aparência e por ora nem pretendo (para manter meu suspense).

Venho, pois, compartilhar o motivo da ausência: me inscrevi para ser colunista de um veículo e nesse meio tempo estava escrevendo textos para ele. A triste notícia é que desde janeiro nenhum foi publicado 😦 Então… é por isso mesmo que resolvi vir aqui, para tentar escrever algo, já que desanimei com os textos não publicados. Poderia falar sobre o covid, mas já o fiz em outro local: uma iniciativa bem bacana do clube de autores – uma crônica da quarentena e como fiz para meu trabalho uma crônica – veja só a coincidência – sobre corona, adaptei para o projeto. Ganhando ou não, o que mais eu espero é fazer parte da coletânea ou e-book, ou algo que façam. Ah claro, faltou a novidade mais importante do ano (e que quase desisti…) tcham tcham tcham… estou fazendo jornalismo. Depois de dez anos, chegou a vez. Agora vai 🙂

Estou aprendendo coisas muito interessantes, que estão me deixando bastante motivada. Espero sim atuar e driblar as fake news – um desafio e tanto.

Tenho acompanhado o Rafael Porcari que conheci aqui no meu blog e isso já foi um começo para mim, pois até esporte estou lendo um pouco rs

De toda forma, creio que me enquadro mais no ‘cotidiano’, mas tudo pode acontecer. Estou louca para fazer reportagens…!

Até tenho alguns textos para produzir de atividades práticas, que devemos publicar nas redes sociais e como este blog está sendo minha rede no momento, vou aproveitar para divulgar aqui e movimentar o blog.

Este texto ficou quase um diário, um desabafo dos meus tempos de brilhantina, quer dizer, dos meus tempos de quarentena. Que não sei o motivo de não ser utilizado antes para vir aqui. Demorei mas cheguei. Estou de volta. Lady in red plena e em isolamento.

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